O Observador

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Ensino Fundamental, Médio e Superior - DISTÂNCIA NÃO É MAIS EMPECILHO



De acordo com o último censo da Associação Brasileira de Ensino a Distância, com dados de 2008, cerca de 2,64 milhões de brasileiros estudaram por Educação a Distância (EAD) naquele ano —dos 1.752 cursos oferecidos, 33% eram de pós-graduação, mestrado ou de aperfeiçoamento, relacionados à educação adulta ou educação executiva.

Ensino fora da sala de aula é o que mais cresceu no País

A educação a distância é a modalidade que mais cresce no ensino superior brasileiro. Dados do último censo da Associação Brasileira de Educação a Distância apontam que em 2008, o número de estudantes de graduação foi de 760.599 —um aumento de 91% em relação ao ano anterior. De 2004 a 2008, o salto foi de 1.175%.

Para o presidente da associação, o professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) Frederic Michael Litto, entre as vantagens do ensino a distância estão a possibilidade de levar os cursos de graduação para cidades onde não há professores, além da flexibilidade de horários e valores mais baixos nas mensalidades.

Para evitar a proliferação de cursos de baixas qualidade, a Secretaria de Educação a Distância passou a fiscalizar os cursos - desde 2008, 320 professores percorrem 23 instituições por todo o País para avaliar, in loco, o ensino oferecido.

Matéria disponibilizada em http://www.gazetaderibeirao.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1711423&area=92020&authent=04768B88C47030BDCF801354C989B6

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

AVATAR PODERÁ DAR AULAS EM 2015


Para a Fast Future, ele também substituirá professores do nível fundamental. Surge entào a função de gestor do avatar.
O foco do gestor de avatar será acompanhar o aluno, reforçar conteúdos e mapear interações para planejar o curso, diz José Moran. diretor do centro de educação a distância da Anhanguera e professor "A educação ainda está muito aquém da evolução tecnológica", ressalva.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Falta de segurança prejudica turismo no Brasil

Pesquisa do Ministério do Turismo aponta que a sensação de insegurança é um dos principais motivos que freia o turismo, tanto pela repercussão de crimes cometidos aqui, quanto pela degradação dos centros históricos



A falta de investimentos em segurança, preservação do patrimônio e até mesmo em ações básicas como coleta de lixo pode ser constatada nos dados de desembarques internacionais. Atualmente, o número de turistas estrangeiros que visita o Brasil é o mesmo desde 1999, cerca de 5 milhões de pessoas.
Para efeito de comparação, Argentina e Chile tiveram no mesmo período um aumento de quase 10% no número de desembarques internacionais. Apesar do crescimento do turismo interno, o Brasil responde por apenas 25% do total de turistas estrangeiros que vêm para a América do Sul. A África do Sul, igualmente distante dos países emissores de turistas e com problemas maiores de segurança, recebe 10 milhões de visitantes por ano.

Segundo pesquisas apresentadas pelo Ministério do Turismo, a sensação de insegurança é uma das principais razões - isso ocorre tanto pela repercussão de crimes cometidos aqui quanto pela degradação dos centros históricos. "Há ainda uma associação cada vez maior do Nordeste com a exploração sexual de menores", afirma o turismólogo Marcos Bitar. "São questões básicas a serem resolvidas", completa Thais Funcia, diretora da Escola de Turismo da Universidade Anhembi Morumbi. "Sem infraestrutura não é possível atrair turistas." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI176567-16418,00-FALTA+DE+SEGURANCA+PREJUDICA+TURISMO+NO+BRASIL.html

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

I Workshop de Tecnologia










Inscreva-se em http://www.facinter.br/fichadeinscricao/CONGRESSO_R1/fichainscricao.php?CONGRESSO=5

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

EaD Funciona


Número de alunos da educação a distância aumentou em relação ao ensino presencial

Publicado por Redacao on Aug 19th, 2010

A redução dos preços nas mensalidades contribui para o crescimento da educação a distância no Brasil. A informação é do professor-doutor João Vianney do Valle Santos, da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), durante conferência, nesta quinta-feira (19), no Congresso Brasileiro de Educação Corporativa, no auditório do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão (TRT-MA).
“A educação a distância (EaD) no país cresceu aceleradamente nos últimos anos”, observa o professor. Só em 2003, o aumento de alunos no EaD foi de 22,6%, enquanto o número de matriculados no ensino presencial alcançou apenas 11,7%. Em 2008, esse número subiu para 96,9%, enquanto no presencial, baixou para 4,1%.
Conforme João Vianney, pesquisa realizada entre seis universidades brasileiras demonstra que a menor redução de preço na EaD em relação à presencial chegou a 35,5%; a maior alcançou 74,7%. Também são maiores os percentuais de matriculados na EaD mais velhos, de pele escura, com dois ou mais filhos, que ajudam e trabalham para sustentar a família e que são arrimos de família.
O professor enfatiza que a visão da educação a distância é ensinar mais pessoas, trabalhando mais conteúdo e menos recursos materiais e humanos, de forma a aumentar a produtividade. “No processo, você faz em menos tempo e qualifica mais pessoas, garantindo o aumento de produtividade. Não interessa o meio, interessa a seriedade do processo”, acrescentou.
João Vianney do Valle destaca que fazer diferente é uma estratégia da educação a distância, e o Judiciário Brasileiro tem investido nessa ferramenta, voltada para os valores de futuro, de transformação. Segundo ele, os setores público e privado estão altamente envolvidos nesse processo, mas as instituições de Ensino Superior privadas ainda estão em fase de observação pelo MEC.
O congresso, que será encerrado nesta sexta-feira (20), às 17h, reúne magistrados e servidores das justiças Federal, Estadual, Eleitoral, Trabalhista e Militar de vários estados do país. No último dia do evento a programação começa às 9h30. Serão apresentados os temas educação corporativa e responsabilidade social e ambiental, inteligência coletiva, educação corporativa e gestão estratégica no Judiciário e comunicação e educação corporativa. O congresso é uma realização o Fórum Brasileiro de Educação Corporativa do Judiciário (Fecjus), em parceria com o TRT-MA

http://oquartopoder.com/?p=11698

colaboração: pró-diretoria EaD

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"É possível que a filosofia seja mais atraente"

"É possível que a filosofia seja mais atraente"
Zero Hora - RS - EDIÇÃO IMPRESSA - 17/08/2010
Jostein Gaarder, escritor norueguês

Seu livro mais famoso, O Mundo de Sofia, vendeu 40 milhões de exemplares (no Brasil, já se encontra na 25ª edição) e foi traduzido para mais de 55 línguas. Agora, o norueguês Jostein Gaarder, um ex-professor que ainda fala com surpresa do sucesso da obra de estreia, está no Brasil para promover o lançamento de mais um romance que aborda questões filosóficas a partir de um enredo simples. O Castelo nos Pirineus, lançado este mês pela Companhia das Letras, é a história de um casal de ex-amantes, Steinn e Solrun, que, por meio de uma tensa troca de e-mails, tenta entender as razões da separação. Ele é um cientista que crê na razão nos moldes iluministas; ela, uma mística que se aferra ao Livro dos Espíritos, de Alan Kardec. A narrativa desfiada por Gaarder reserva surpresas para ambos.

Gaarder falará hoje a cerca de 700 professores convidados no Salão de Festas da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), às 9h. O evento inaugura o módulo Fronteiras Educação - Diálogos com Professores, uma parceria do Fronteiras do Pensamento com o Instituto Claro. O Fronteiras do Pensamento é apresentado pela Braskem e tem patrocínio de Unimed Porto alegre, Gerdau, Grupo RBS, Instituto Claro e Refap, com apoio cultural da UFRGS, da Anhanguera Educacional e da prefeitura de Porto Alegre.

Na sexta-feira, por telefone, de São Paulo, Gaarder conversou com Zero Hora por meia hora. Recordou a passagem pela Jornada Literária de Passo Fundo ("Uma cidade pequena"), em 2005, e disse que Porto Alegre é conhecida na Europa e em todo o mundo em razão "daquela conferência ambiental". Perguntado por ZH se se referia ao Fórum Social Mundial, afirmou que sim. A seguir, uma síntese da conversa:

Zero Hora - Em sua visita anterior ao Brasil, em 2005, o senhor disse que, mesmo sendo uma pessoa religiosa, preferia ver as grandes indagações sobre o mundo e a existência humana tratadas por cientistas, e não por filósofos. Continua pensando assim?

Jostein Gaarder - Sim. Quis dizer que o debate filosófico foi dominante durante séculos. Hoje, acredito que é mais importante ler os cientistas. Preferiria discutir a natureza do universo com um astrônomo ou um astrofísico do que com um filósofo. Algumas das grandes questões filosóficas deixaram o âmbito da filosofia e são melhor trabalhadas pelos cientistas. Há uma filosofia local na ciência, e mesmo uma religião. O astrônomo britânico Stephen Hawking disse anos atrás que estava fazendo algo como procurar as impressões digitais de Deus.

ZH - O que falta aos filósofos nesta época?

Gaarder - Essa é uma questão relevante em meu livro O Mundo de Sofia. A filosofia é muito acadêmica. Muitas pessoas têm medo de mergulhar na filosofia porque ela soa muito seca. Definitivamente, há grandes questões filosóficas sobre as quais se pode falar muito claramente. É possível que a filosofia seja mais atraente e acessível.

ZH - Em passagem por Porto Alegre na semana passada, o crítico Terry Eagleton assinalou que o assim chamado "debate sobre Deus" voltou à moda. Isso o surpreende?

Gaarder - Talvez isso ocorra em razão de um revival do sentimento religioso. Eu era estudante no começo dos anos 1970, e todos víamos a religião como algo que tinha ficado para trás. Víamos que havia um número grande de pessoas envolvidas com religião, mas que estavam erradas. Você pode encontrar fundamentalismo entre os cristãos, e também fundamentalismo islâmico. Na Europa, recebemos mais e mais imigrantes desses países (muçulmanos). Isso estimulou o debate entre crença e conhecimento, crença e ciência. Esse foi um grande debate que começou com Charles Darwin (biólogo britânico, autor de A Origem das Espécies e da teoria evolucionista). Eagleton está completamente certo ao dizer que há um revival. E então se vê uma reação contra as tendências religiosas, como a de Richard Dawkins, que escreveu um livro chamado Deus - Um Delírio. Adoro Dawkins e seus livros, mas acredito que naquele livro ele está indo um pouco longe, como um fundamentalista ao contrário. Penso que ele está se tornando muito racionalista.

ZH - Dawkins é justamente um cientista que escreve sobre religião.

Gaarder - Sim. Creio que esse debate é interessante. Acredito que há três coisas que sempre acompanham os seres humanos: uma delas é o sexo, outra é a guerra e a terceira é a religião. Quando era jovem, acreditava que um dia não haveria guerras, acreditava nos ideais pacifistas. Também acreditava que o fundamentalismo religioso desapareceria completamente em poucas décadas. Mas estava errado. E com certeza o sexo nunca morrerá, porque nesse caso a humanidade também morreria.

ZH - O Castelo nos Pirineus é uma história de amor, como A Garota das Laranjas. Desta vez, porém, o pano de fundo é o conflito entre razão e misticismo. Como o livro surgiu?

Gaarder - Minha primeira intenção era tratar a questão da religião de um ponto de vista cético. Optei por contar o encontro de dois ex-amantes que têm interpretações completamente diferentes sobre a separação. E quanto mais escrevia sobre Solrun (a heroína), mais queria ouvi-la. Hoje, considero aquele debate entre os dois como algo que ocorria no interior de minha própria mente. E também me entendo muito mais. Não sabemos o que é o universo. Acredito totalmente na ciência, mas nenhum cientista pode nos dizer o que foi o Big Bang. Meu livro é uma história de amor, uma história psicológica. Assim como A Garota das Laranjas, trata-se de uma história de amor e também sobre grandes questões, sobre vida e morte. Creio que todos os meus livros têm essa dimensão filosófica.

ZH - Qual dos dois personagens tem mais de Jostein Gaarder: Steinn, o racionalista, ou Solrun, a transcendentalista?

Gaarder - Quando comecei a escrever o livro, me sentia definitivamente muito mais próximo de Steinn, o racionalista. Ele não é apenas um racionalista, mas alguém que admite fazer grandes perguntas. Mas também me sinto mais próximo desse ponto de vista transcendentalista ou espiritualista do que quando comecei a escrever o livro. Tive de escrever com propriedade sobre Solrun, trabalhei em favor dela. Mas a pergunta foi clara, e me sinto mais próximo de Steinn. A crença dela é muito específica, ela crê no Livro dos Espíritos (de Alan Kardec, obra máxima da doutrina espírita).

ZH - O Mundo de Sofia vendeu 40 milhões de exemplares. Pelo menos no Brasil, o senhor é mais popular do que Ibsen, dramaturgo norueguês que foi um dos pais do teatro moderno.

Gaarder - Certo.

ZH - O que pensa disso?

Gaarder - Bem, creio que as pessoas no Brasil deveriam ler mais Ibsen. (Risos.) Com certeza. Quando escrevi O Mundo de Sofia, imaginei que o livro seria lido por poucos. Ainda estou impressionado com isso. Subestimei o fato de que os seres humanos em geral, como eu, se fazem perguntas sobre quem somos, de onde viemos, o que é o universo. Essa abordagem universal, não apenas em O Mundo de Sofia, fez com que felizmente fosse aberto um caminho para outros livros meus.

ZH - Dos três grandes temas citados pelo senhor - sexo, guerra e religião -, já escreveu sobre o primeiro e o último. Algum dia escreverá sobre a guerra?

Gaarder - É uma boa pergunta. A guerra nunca me atingiu. Mas há algo que me atinge todos os dias e sobre o qual quero escrever: o grande desafio ambiental. Isso é um tipo de guerra, uma guerra para defender nosso planeta da eliminação, do fim de toda a civilização. O que são a literatura e a arte? São a celebração da consciência humana. A arte e a literatura têm de ser a vanguarda na defesa da consciência humana. Somos capazes de destruir a humanidade. Destinei parte dos direitos de O Mundo de Sofia para fundações ambientalistas.

luiz.araujo@zerohora.com.brLUIZ ANTÔNIO ARAUJO

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

UNIVERSIDADE "DO FUTURO" SERÁ INTERDISCIPLINAR, À DISTÂNCIA E COM FINANCIAMENTO PÚBLICO

UNIVERSIDADE "DO FUTURO" SERÁ INTERDISCIPLINAR, À DISTÂNCIA E COM FINANCIAMENTO PÚBLICO

Da Redação*
Em São Paulo

Formação interdisciplinar, ensino a distância e financiamento público foram temas presentes no 1º Ciclo de Debates “A universidade pública brasileira no decorrer do próximo decênio”, realizado na quarta-feira (11) no campus da Unesp na Barra Funda, na capital paulista.

Participaram dos debates os professores Olgária Matos, da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luiz Antonio Constant Rodrigues da Cunha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Gerhard Malnic (USP), Naomar Monteiro de Almeida Filho, ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Hélio Nogueira da Cruz (USP) e Marco Aurélio Nogueira (Unesp). Abriram a sessão o reitor da Unesp, Herman Jacobus Cornelis Voorwald, e o secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo, Carlos Vogt.

Um dos objetivos do debate era expor o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Unesp à comunidade científica nacional. O documento, que traça metas para um período de dez anos da universidade, foi apontado por Júlio Cezar Durigan, vice-reitor da Unesp, como uma forma de combater gestões personalistas e a falta de continuidade de projetos nas universidades. O vice-reitor da USP, Hélio Nogueira da Cruz, lamentou o fato da Universidade de São Paulo ainda não ter criado o seu PDI.

Interdisciplinaridade

O ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Naomar Monteiro de Almeida Filho apresentou o projeto “Universidade Nova”, implantado naquela universidade, como resposta à crescente demanda pelo aumento de vagas no Ensino Superior público e também às críticas à falta de uma formação mais abrangente.

Em sua gestão, foram criados bacharelados interdisciplinares em quatro áreas: Artes, Humanidades, Saúde e Ciência e Tecnologia. Com eles, o aluno estuda uma lista mínima de disciplinas obrigatórias e preenche o resto do currículo com optativas. Ele defendeu que o modelo permite ocupar vagas ociosas em disciplinas de cursos já existentes, dá liberdade ao aluno para experimentar antes de definir sua carreira, reduz a evasão e cria formações multidisciplinares.

Luiz Antonio da Cunha, porém, criticou modelos de bacharelados mais rápidos e também o modelo de ciclos básicos - como o implantado na UFBA. Para o sociólogo da UFRJ, são maneiras de acelerar a formação e baratear custos, mas que nem sempre estão vinculadas à manutenção ou ao aumento da qualidade.

Financiamento público

De acordo com Gerhard Malnic, da USP, o dinheiro público destinado ao ensino superior no Brasil não só é muito menor do que se acredita, como também é bem inferior ao que é investido para esse fim em países desenvolvidos. Segundo o cientista, cerca de 30% da educação de terceiro grau é oferecida por intuições públicas, enquanto nos EUA o índice é de mais de 60%, na França esse número beira os 90% e no Reino Unido apenas a Universidade de Buckingham não é pública. O custo de cada aluno para os cofres do governo também é menor aqui: varia de 4,5 mil a 8 mil dólares, contra uma média de 12 mil dólares no Canadá e 11 mil nos EUA, por exemplo. “Muito se fala em participação do setor produtivo nas universidades, mas essa é uma forma de complementar o financiamento, e não de substituir a participação do Estado”, diz Malnic.

Ensino a distância

A “universidade da próxima década” terá boa parte de sua função educacional cumprida a distância, segundo vários participantes presentes nos debates. O vice-reitor da Unesp acredita que o ensino a distância é capaz de atender mais pessoas e apresentar qualidade igual ou até superior à modalidade presencial. Ele também destacou a importância das tecnologias de informação e comunicação nas aulas presenciais e na gestão da universidade.

Pós-modernidade

Em contraponto ao otimismo de alguns colegas, Olgária Matos, professora de filosofia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), falou sobre a transformação do ensino em mercadoria e o esvaziamento do discurso científico no futuro da universidade. "Na universidade dita moderna, anterior à atual [pós-moderna], não se fazia a pergunta ‘para que serve a cultura?’, tão comum nos dias de hoje. A questão era: ‘de que a cultura pode nos liberar?’."

Para a professora, o excesso de pragmatismo da “universidade pós-moderna” a impede de se aprofundar. Sua natureza seria pautada sempre pela mudança incessante de métodos de estudo e pela dificuldade de diferenciar pesquisa e produção. Ela acredita que a aplicação dos mesmos critérios de avaliação de produtividade das áreas de Exatas e Biológicas à de Ciências Humanas é um reflexo desse comportamento. "Exigir que um teórico da minha área, por exemplo, publique dois artigos inéditos todo ano é ridículo. Será que alguém acredita que um pensador pode ter duas ou três idéias brilhantes ao ano?"

*Com informações da Agência Fapesp e da Unesp

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/08/13/unesp-debate-interdisciplinaridade-ensino-a-distancia-e-financiamento-publico-na-universidade-do-futuro.jhtm

colaboração: pró-diretoria ead

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Leão ou gazela?!!

TODA MANHA NA AFRICA, UMA GAZELA DESPERTA. ELA SABE QUE DEVE SUPERAR O LEÃO MAIS VELOZ OU SERÁ MORTA.


TODA MANHA NA AFRICA, UM LEÃO DESPERTA . ELE SABE QUE TEM QUE CORRER MAIS RÁPIDO QUE A GAZELA MAIS LENTA, OU MORRERÁ DE FOME.

NAO IMPORTA SE VOCE É UM LEÃO OU UMA GAZELA.
QUANDO O SOL NASCER, É MELHOR QUE ESTEJA CORRENDO.

Valmiré
Aluno de Gestão da Produção Industrial- Polo Ipojuca - PE Grupo UNINTER

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Vestibular Agendado Curso Superior Pedagogia a Distância

Não perca essa oportunidade,
Faça!
Indique!
Seja Superior!



De 11 a 18 de agosto de 2010

Cursos Livres / Extensão

Cursos Livres / Extensão



quarta-feira, 4 de agosto de 2010

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Novas tecnologias ..



A distância é coisa do passado!