Um espaço interativo e criativo para simplificar a educação a distância. Enquanto tutor do Grupo UNINTER busco ampliar o conhecimento dos alunos. A tecnologia a serviço da educação.
O Observador
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
EaD Funciona

Número de alunos da educação a distância aumentou em relação ao ensino presencial
Publicado por Redacao on Aug 19th, 2010
A redução dos preços nas mensalidades contribui para o crescimento da educação a distância no Brasil. A informação é do professor-doutor João Vianney do Valle Santos, da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), durante conferência, nesta quinta-feira (19), no Congresso Brasileiro de Educação Corporativa, no auditório do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão (TRT-MA).
“A educação a distância (EaD) no país cresceu aceleradamente nos últimos anos”, observa o professor. Só em 2003, o aumento de alunos no EaD foi de 22,6%, enquanto o número de matriculados no ensino presencial alcançou apenas 11,7%. Em 2008, esse número subiu para 96,9%, enquanto no presencial, baixou para 4,1%.
Conforme João Vianney, pesquisa realizada entre seis universidades brasileiras demonstra que a menor redução de preço na EaD em relação à presencial chegou a 35,5%; a maior alcançou 74,7%. Também são maiores os percentuais de matriculados na EaD mais velhos, de pele escura, com dois ou mais filhos, que ajudam e trabalham para sustentar a família e que são arrimos de família.
O professor enfatiza que a visão da educação a distância é ensinar mais pessoas, trabalhando mais conteúdo e menos recursos materiais e humanos, de forma a aumentar a produtividade. “No processo, você faz em menos tempo e qualifica mais pessoas, garantindo o aumento de produtividade. Não interessa o meio, interessa a seriedade do processo”, acrescentou.
João Vianney do Valle destaca que fazer diferente é uma estratégia da educação a distância, e o Judiciário Brasileiro tem investido nessa ferramenta, voltada para os valores de futuro, de transformação. Segundo ele, os setores público e privado estão altamente envolvidos nesse processo, mas as instituições de Ensino Superior privadas ainda estão em fase de observação pelo MEC.
O congresso, que será encerrado nesta sexta-feira (20), às 17h, reúne magistrados e servidores das justiças Federal, Estadual, Eleitoral, Trabalhista e Militar de vários estados do país. No último dia do evento a programação começa às 9h30. Serão apresentados os temas educação corporativa e responsabilidade social e ambiental, inteligência coletiva, educação corporativa e gestão estratégica no Judiciário e comunicação e educação corporativa. O congresso é uma realização o Fórum Brasileiro de Educação Corporativa do Judiciário (Fecjus), em parceria com o TRT-MA
http://oquartopoder.com/?p=11698
colaboração: pró-diretoria EaD
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
"É possível que a filosofia seja mais atraente"
"É possível que a filosofia seja mais atraente"
Zero Hora - RS - EDIÇÃO IMPRESSA - 17/08/2010
Jostein Gaarder, escritor norueguês
Seu livro mais famoso, O Mundo de Sofia, vendeu 40 milhões de exemplares (no Brasil, já se encontra na 25ª edição) e foi traduzido para mais de 55 línguas. Agora, o norueguês Jostein Gaarder, um ex-professor que ainda fala com surpresa do sucesso da obra de estreia, está no Brasil para promover o lançamento de mais um romance que aborda questões filosóficas a partir de um enredo simples. O Castelo nos Pirineus, lançado este mês pela Companhia das Letras, é a história de um casal de ex-amantes, Steinn e Solrun, que, por meio de uma tensa troca de e-mails, tenta entender as razões da separação. Ele é um cientista que crê na razão nos moldes iluministas; ela, uma mística que se aferra ao Livro dos Espíritos, de Alan Kardec. A narrativa desfiada por Gaarder reserva surpresas para ambos.
Gaarder falará hoje a cerca de 700 professores convidados no Salão de Festas da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), às 9h. O evento inaugura o módulo Fronteiras Educação - Diálogos com Professores, uma parceria do Fronteiras do Pensamento com o Instituto Claro. O Fronteiras do Pensamento é apresentado pela Braskem e tem patrocínio de Unimed Porto alegre, Gerdau, Grupo RBS, Instituto Claro e Refap, com apoio cultural da UFRGS, da Anhanguera Educacional e da prefeitura de Porto Alegre.
Na sexta-feira, por telefone, de São Paulo, Gaarder conversou com Zero Hora por meia hora. Recordou a passagem pela Jornada Literária de Passo Fundo ("Uma cidade pequena"), em 2005, e disse que Porto Alegre é conhecida na Europa e em todo o mundo em razão "daquela conferência ambiental". Perguntado por ZH se se referia ao Fórum Social Mundial, afirmou que sim. A seguir, uma síntese da conversa:
Zero Hora - Em sua visita anterior ao Brasil, em 2005, o senhor disse que, mesmo sendo uma pessoa religiosa, preferia ver as grandes indagações sobre o mundo e a existência humana tratadas por cientistas, e não por filósofos. Continua pensando assim?
Jostein Gaarder - Sim. Quis dizer que o debate filosófico foi dominante durante séculos. Hoje, acredito que é mais importante ler os cientistas. Preferiria discutir a natureza do universo com um astrônomo ou um astrofísico do que com um filósofo. Algumas das grandes questões filosóficas deixaram o âmbito da filosofia e são melhor trabalhadas pelos cientistas. Há uma filosofia local na ciência, e mesmo uma religião. O astrônomo britânico Stephen Hawking disse anos atrás que estava fazendo algo como procurar as impressões digitais de Deus.
ZH - O que falta aos filósofos nesta época?
Gaarder - Essa é uma questão relevante em meu livro O Mundo de Sofia. A filosofia é muito acadêmica. Muitas pessoas têm medo de mergulhar na filosofia porque ela soa muito seca. Definitivamente, há grandes questões filosóficas sobre as quais se pode falar muito claramente. É possível que a filosofia seja mais atraente e acessível.
ZH - Em passagem por Porto Alegre na semana passada, o crítico Terry Eagleton assinalou que o assim chamado "debate sobre Deus" voltou à moda. Isso o surpreende?
Gaarder - Talvez isso ocorra em razão de um revival do sentimento religioso. Eu era estudante no começo dos anos 1970, e todos víamos a religião como algo que tinha ficado para trás. Víamos que havia um número grande de pessoas envolvidas com religião, mas que estavam erradas. Você pode encontrar fundamentalismo entre os cristãos, e também fundamentalismo islâmico. Na Europa, recebemos mais e mais imigrantes desses países (muçulmanos). Isso estimulou o debate entre crença e conhecimento, crença e ciência. Esse foi um grande debate que começou com Charles Darwin (biólogo britânico, autor de A Origem das Espécies e da teoria evolucionista). Eagleton está completamente certo ao dizer que há um revival. E então se vê uma reação contra as tendências religiosas, como a de Richard Dawkins, que escreveu um livro chamado Deus - Um Delírio. Adoro Dawkins e seus livros, mas acredito que naquele livro ele está indo um pouco longe, como um fundamentalista ao contrário. Penso que ele está se tornando muito racionalista.
ZH - Dawkins é justamente um cientista que escreve sobre religião.
Gaarder - Sim. Creio que esse debate é interessante. Acredito que há três coisas que sempre acompanham os seres humanos: uma delas é o sexo, outra é a guerra e a terceira é a religião. Quando era jovem, acreditava que um dia não haveria guerras, acreditava nos ideais pacifistas. Também acreditava que o fundamentalismo religioso desapareceria completamente em poucas décadas. Mas estava errado. E com certeza o sexo nunca morrerá, porque nesse caso a humanidade também morreria.
ZH - O Castelo nos Pirineus é uma história de amor, como A Garota das Laranjas. Desta vez, porém, o pano de fundo é o conflito entre razão e misticismo. Como o livro surgiu?
Gaarder - Minha primeira intenção era tratar a questão da religião de um ponto de vista cético. Optei por contar o encontro de dois ex-amantes que têm interpretações completamente diferentes sobre a separação. E quanto mais escrevia sobre Solrun (a heroína), mais queria ouvi-la. Hoje, considero aquele debate entre os dois como algo que ocorria no interior de minha própria mente. E também me entendo muito mais. Não sabemos o que é o universo. Acredito totalmente na ciência, mas nenhum cientista pode nos dizer o que foi o Big Bang. Meu livro é uma história de amor, uma história psicológica. Assim como A Garota das Laranjas, trata-se de uma história de amor e também sobre grandes questões, sobre vida e morte. Creio que todos os meus livros têm essa dimensão filosófica.
ZH - Qual dos dois personagens tem mais de Jostein Gaarder: Steinn, o racionalista, ou Solrun, a transcendentalista?
Gaarder - Quando comecei a escrever o livro, me sentia definitivamente muito mais próximo de Steinn, o racionalista. Ele não é apenas um racionalista, mas alguém que admite fazer grandes perguntas. Mas também me sinto mais próximo desse ponto de vista transcendentalista ou espiritualista do que quando comecei a escrever o livro. Tive de escrever com propriedade sobre Solrun, trabalhei em favor dela. Mas a pergunta foi clara, e me sinto mais próximo de Steinn. A crença dela é muito específica, ela crê no Livro dos Espíritos (de Alan Kardec, obra máxima da doutrina espírita).
ZH - O Mundo de Sofia vendeu 40 milhões de exemplares. Pelo menos no Brasil, o senhor é mais popular do que Ibsen, dramaturgo norueguês que foi um dos pais do teatro moderno.
Gaarder - Certo.
ZH - O que pensa disso?
Gaarder - Bem, creio que as pessoas no Brasil deveriam ler mais Ibsen. (Risos.) Com certeza. Quando escrevi O Mundo de Sofia, imaginei que o livro seria lido por poucos. Ainda estou impressionado com isso. Subestimei o fato de que os seres humanos em geral, como eu, se fazem perguntas sobre quem somos, de onde viemos, o que é o universo. Essa abordagem universal, não apenas em O Mundo de Sofia, fez com que felizmente fosse aberto um caminho para outros livros meus.
ZH - Dos três grandes temas citados pelo senhor - sexo, guerra e religião -, já escreveu sobre o primeiro e o último. Algum dia escreverá sobre a guerra?
Gaarder - É uma boa pergunta. A guerra nunca me atingiu. Mas há algo que me atinge todos os dias e sobre o qual quero escrever: o grande desafio ambiental. Isso é um tipo de guerra, uma guerra para defender nosso planeta da eliminação, do fim de toda a civilização. O que são a literatura e a arte? São a celebração da consciência humana. A arte e a literatura têm de ser a vanguarda na defesa da consciência humana. Somos capazes de destruir a humanidade. Destinei parte dos direitos de O Mundo de Sofia para fundações ambientalistas.
luiz.araujo@zerohora.com.brLUIZ ANTÔNIO ARAUJO
Zero Hora - RS - EDIÇÃO IMPRESSA - 17/08/2010
Jostein Gaarder, escritor norueguês
Seu livro mais famoso, O Mundo de Sofia, vendeu 40 milhões de exemplares (no Brasil, já se encontra na 25ª edição) e foi traduzido para mais de 55 línguas. Agora, o norueguês Jostein Gaarder, um ex-professor que ainda fala com surpresa do sucesso da obra de estreia, está no Brasil para promover o lançamento de mais um romance que aborda questões filosóficas a partir de um enredo simples. O Castelo nos Pirineus, lançado este mês pela Companhia das Letras, é a história de um casal de ex-amantes, Steinn e Solrun, que, por meio de uma tensa troca de e-mails, tenta entender as razões da separação. Ele é um cientista que crê na razão nos moldes iluministas; ela, uma mística que se aferra ao Livro dos Espíritos, de Alan Kardec. A narrativa desfiada por Gaarder reserva surpresas para ambos.
Gaarder falará hoje a cerca de 700 professores convidados no Salão de Festas da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), às 9h. O evento inaugura o módulo Fronteiras Educação - Diálogos com Professores, uma parceria do Fronteiras do Pensamento com o Instituto Claro. O Fronteiras do Pensamento é apresentado pela Braskem e tem patrocínio de Unimed Porto alegre, Gerdau, Grupo RBS, Instituto Claro e Refap, com apoio cultural da UFRGS, da Anhanguera Educacional e da prefeitura de Porto Alegre.
Na sexta-feira, por telefone, de São Paulo, Gaarder conversou com Zero Hora por meia hora. Recordou a passagem pela Jornada Literária de Passo Fundo ("Uma cidade pequena"), em 2005, e disse que Porto Alegre é conhecida na Europa e em todo o mundo em razão "daquela conferência ambiental". Perguntado por ZH se se referia ao Fórum Social Mundial, afirmou que sim. A seguir, uma síntese da conversa:
Zero Hora - Em sua visita anterior ao Brasil, em 2005, o senhor disse que, mesmo sendo uma pessoa religiosa, preferia ver as grandes indagações sobre o mundo e a existência humana tratadas por cientistas, e não por filósofos. Continua pensando assim?
Jostein Gaarder - Sim. Quis dizer que o debate filosófico foi dominante durante séculos. Hoje, acredito que é mais importante ler os cientistas. Preferiria discutir a natureza do universo com um astrônomo ou um astrofísico do que com um filósofo. Algumas das grandes questões filosóficas deixaram o âmbito da filosofia e são melhor trabalhadas pelos cientistas. Há uma filosofia local na ciência, e mesmo uma religião. O astrônomo britânico Stephen Hawking disse anos atrás que estava fazendo algo como procurar as impressões digitais de Deus.
ZH - O que falta aos filósofos nesta época?
Gaarder - Essa é uma questão relevante em meu livro O Mundo de Sofia. A filosofia é muito acadêmica. Muitas pessoas têm medo de mergulhar na filosofia porque ela soa muito seca. Definitivamente, há grandes questões filosóficas sobre as quais se pode falar muito claramente. É possível que a filosofia seja mais atraente e acessível.
ZH - Em passagem por Porto Alegre na semana passada, o crítico Terry Eagleton assinalou que o assim chamado "debate sobre Deus" voltou à moda. Isso o surpreende?
Gaarder - Talvez isso ocorra em razão de um revival do sentimento religioso. Eu era estudante no começo dos anos 1970, e todos víamos a religião como algo que tinha ficado para trás. Víamos que havia um número grande de pessoas envolvidas com religião, mas que estavam erradas. Você pode encontrar fundamentalismo entre os cristãos, e também fundamentalismo islâmico. Na Europa, recebemos mais e mais imigrantes desses países (muçulmanos). Isso estimulou o debate entre crença e conhecimento, crença e ciência. Esse foi um grande debate que começou com Charles Darwin (biólogo britânico, autor de A Origem das Espécies e da teoria evolucionista). Eagleton está completamente certo ao dizer que há um revival. E então se vê uma reação contra as tendências religiosas, como a de Richard Dawkins, que escreveu um livro chamado Deus - Um Delírio. Adoro Dawkins e seus livros, mas acredito que naquele livro ele está indo um pouco longe, como um fundamentalista ao contrário. Penso que ele está se tornando muito racionalista.
ZH - Dawkins é justamente um cientista que escreve sobre religião.
Gaarder - Sim. Creio que esse debate é interessante. Acredito que há três coisas que sempre acompanham os seres humanos: uma delas é o sexo, outra é a guerra e a terceira é a religião. Quando era jovem, acreditava que um dia não haveria guerras, acreditava nos ideais pacifistas. Também acreditava que o fundamentalismo religioso desapareceria completamente em poucas décadas. Mas estava errado. E com certeza o sexo nunca morrerá, porque nesse caso a humanidade também morreria.
ZH - O Castelo nos Pirineus é uma história de amor, como A Garota das Laranjas. Desta vez, porém, o pano de fundo é o conflito entre razão e misticismo. Como o livro surgiu?
Gaarder - Minha primeira intenção era tratar a questão da religião de um ponto de vista cético. Optei por contar o encontro de dois ex-amantes que têm interpretações completamente diferentes sobre a separação. E quanto mais escrevia sobre Solrun (a heroína), mais queria ouvi-la. Hoje, considero aquele debate entre os dois como algo que ocorria no interior de minha própria mente. E também me entendo muito mais. Não sabemos o que é o universo. Acredito totalmente na ciência, mas nenhum cientista pode nos dizer o que foi o Big Bang. Meu livro é uma história de amor, uma história psicológica. Assim como A Garota das Laranjas, trata-se de uma história de amor e também sobre grandes questões, sobre vida e morte. Creio que todos os meus livros têm essa dimensão filosófica.
ZH - Qual dos dois personagens tem mais de Jostein Gaarder: Steinn, o racionalista, ou Solrun, a transcendentalista?
Gaarder - Quando comecei a escrever o livro, me sentia definitivamente muito mais próximo de Steinn, o racionalista. Ele não é apenas um racionalista, mas alguém que admite fazer grandes perguntas. Mas também me sinto mais próximo desse ponto de vista transcendentalista ou espiritualista do que quando comecei a escrever o livro. Tive de escrever com propriedade sobre Solrun, trabalhei em favor dela. Mas a pergunta foi clara, e me sinto mais próximo de Steinn. A crença dela é muito específica, ela crê no Livro dos Espíritos (de Alan Kardec, obra máxima da doutrina espírita).
ZH - O Mundo de Sofia vendeu 40 milhões de exemplares. Pelo menos no Brasil, o senhor é mais popular do que Ibsen, dramaturgo norueguês que foi um dos pais do teatro moderno.
Gaarder - Certo.
ZH - O que pensa disso?
Gaarder - Bem, creio que as pessoas no Brasil deveriam ler mais Ibsen. (Risos.) Com certeza. Quando escrevi O Mundo de Sofia, imaginei que o livro seria lido por poucos. Ainda estou impressionado com isso. Subestimei o fato de que os seres humanos em geral, como eu, se fazem perguntas sobre quem somos, de onde viemos, o que é o universo. Essa abordagem universal, não apenas em O Mundo de Sofia, fez com que felizmente fosse aberto um caminho para outros livros meus.
ZH - Dos três grandes temas citados pelo senhor - sexo, guerra e religião -, já escreveu sobre o primeiro e o último. Algum dia escreverá sobre a guerra?
Gaarder - É uma boa pergunta. A guerra nunca me atingiu. Mas há algo que me atinge todos os dias e sobre o qual quero escrever: o grande desafio ambiental. Isso é um tipo de guerra, uma guerra para defender nosso planeta da eliminação, do fim de toda a civilização. O que são a literatura e a arte? São a celebração da consciência humana. A arte e a literatura têm de ser a vanguarda na defesa da consciência humana. Somos capazes de destruir a humanidade. Destinei parte dos direitos de O Mundo de Sofia para fundações ambientalistas.
luiz.araujo@zerohora.com.brLUIZ ANTÔNIO ARAUJO
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
UNIVERSIDADE "DO FUTURO" SERÁ INTERDISCIPLINAR, À DISTÂNCIA E COM FINANCIAMENTO PÚBLICO
UNIVERSIDADE "DO FUTURO" SERÁ INTERDISCIPLINAR, À DISTÂNCIA E COM FINANCIAMENTO PÚBLICO
Da Redação*
Em São Paulo
Formação interdisciplinar, ensino a distância e financiamento público foram temas presentes no 1º Ciclo de Debates “A universidade pública brasileira no decorrer do próximo decênio”, realizado na quarta-feira (11) no campus da Unesp na Barra Funda, na capital paulista.
Participaram dos debates os professores Olgária Matos, da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luiz Antonio Constant Rodrigues da Cunha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Gerhard Malnic (USP), Naomar Monteiro de Almeida Filho, ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Hélio Nogueira da Cruz (USP) e Marco Aurélio Nogueira (Unesp). Abriram a sessão o reitor da Unesp, Herman Jacobus Cornelis Voorwald, e o secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo, Carlos Vogt.
Um dos objetivos do debate era expor o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Unesp à comunidade científica nacional. O documento, que traça metas para um período de dez anos da universidade, foi apontado por Júlio Cezar Durigan, vice-reitor da Unesp, como uma forma de combater gestões personalistas e a falta de continuidade de projetos nas universidades. O vice-reitor da USP, Hélio Nogueira da Cruz, lamentou o fato da Universidade de São Paulo ainda não ter criado o seu PDI.
Interdisciplinaridade
O ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Naomar Monteiro de Almeida Filho apresentou o projeto “Universidade Nova”, implantado naquela universidade, como resposta à crescente demanda pelo aumento de vagas no Ensino Superior público e também às críticas à falta de uma formação mais abrangente.
Em sua gestão, foram criados bacharelados interdisciplinares em quatro áreas: Artes, Humanidades, Saúde e Ciência e Tecnologia. Com eles, o aluno estuda uma lista mínima de disciplinas obrigatórias e preenche o resto do currículo com optativas. Ele defendeu que o modelo permite ocupar vagas ociosas em disciplinas de cursos já existentes, dá liberdade ao aluno para experimentar antes de definir sua carreira, reduz a evasão e cria formações multidisciplinares.
Luiz Antonio da Cunha, porém, criticou modelos de bacharelados mais rápidos e também o modelo de ciclos básicos - como o implantado na UFBA. Para o sociólogo da UFRJ, são maneiras de acelerar a formação e baratear custos, mas que nem sempre estão vinculadas à manutenção ou ao aumento da qualidade.
Financiamento público
De acordo com Gerhard Malnic, da USP, o dinheiro público destinado ao ensino superior no Brasil não só é muito menor do que se acredita, como também é bem inferior ao que é investido para esse fim em países desenvolvidos. Segundo o cientista, cerca de 30% da educação de terceiro grau é oferecida por intuições públicas, enquanto nos EUA o índice é de mais de 60%, na França esse número beira os 90% e no Reino Unido apenas a Universidade de Buckingham não é pública. O custo de cada aluno para os cofres do governo também é menor aqui: varia de 4,5 mil a 8 mil dólares, contra uma média de 12 mil dólares no Canadá e 11 mil nos EUA, por exemplo. “Muito se fala em participação do setor produtivo nas universidades, mas essa é uma forma de complementar o financiamento, e não de substituir a participação do Estado”, diz Malnic.
Ensino a distância
A “universidade da próxima década” terá boa parte de sua função educacional cumprida a distância, segundo vários participantes presentes nos debates. O vice-reitor da Unesp acredita que o ensino a distância é capaz de atender mais pessoas e apresentar qualidade igual ou até superior à modalidade presencial. Ele também destacou a importância das tecnologias de informação e comunicação nas aulas presenciais e na gestão da universidade.
Pós-modernidade
Em contraponto ao otimismo de alguns colegas, Olgária Matos, professora de filosofia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), falou sobre a transformação do ensino em mercadoria e o esvaziamento do discurso científico no futuro da universidade. "Na universidade dita moderna, anterior à atual [pós-moderna], não se fazia a pergunta ‘para que serve a cultura?’, tão comum nos dias de hoje. A questão era: ‘de que a cultura pode nos liberar?’."
Para a professora, o excesso de pragmatismo da “universidade pós-moderna” a impede de se aprofundar. Sua natureza seria pautada sempre pela mudança incessante de métodos de estudo e pela dificuldade de diferenciar pesquisa e produção. Ela acredita que a aplicação dos mesmos critérios de avaliação de produtividade das áreas de Exatas e Biológicas à de Ciências Humanas é um reflexo desse comportamento. "Exigir que um teórico da minha área, por exemplo, publique dois artigos inéditos todo ano é ridículo. Será que alguém acredita que um pensador pode ter duas ou três idéias brilhantes ao ano?"
*Com informações da Agência Fapesp e da Unesp
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/08/13/unesp-debate-interdisciplinaridade-ensino-a-distancia-e-financiamento-publico-na-universidade-do-futuro.jhtm
colaboração: pró-diretoria ead
Da Redação*
Em São Paulo
Formação interdisciplinar, ensino a distância e financiamento público foram temas presentes no 1º Ciclo de Debates “A universidade pública brasileira no decorrer do próximo decênio”, realizado na quarta-feira (11) no campus da Unesp na Barra Funda, na capital paulista.
Participaram dos debates os professores Olgária Matos, da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luiz Antonio Constant Rodrigues da Cunha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Gerhard Malnic (USP), Naomar Monteiro de Almeida Filho, ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Hélio Nogueira da Cruz (USP) e Marco Aurélio Nogueira (Unesp). Abriram a sessão o reitor da Unesp, Herman Jacobus Cornelis Voorwald, e o secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo, Carlos Vogt.
Um dos objetivos do debate era expor o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Unesp à comunidade científica nacional. O documento, que traça metas para um período de dez anos da universidade, foi apontado por Júlio Cezar Durigan, vice-reitor da Unesp, como uma forma de combater gestões personalistas e a falta de continuidade de projetos nas universidades. O vice-reitor da USP, Hélio Nogueira da Cruz, lamentou o fato da Universidade de São Paulo ainda não ter criado o seu PDI.
Interdisciplinaridade
O ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Naomar Monteiro de Almeida Filho apresentou o projeto “Universidade Nova”, implantado naquela universidade, como resposta à crescente demanda pelo aumento de vagas no Ensino Superior público e também às críticas à falta de uma formação mais abrangente.
Em sua gestão, foram criados bacharelados interdisciplinares em quatro áreas: Artes, Humanidades, Saúde e Ciência e Tecnologia. Com eles, o aluno estuda uma lista mínima de disciplinas obrigatórias e preenche o resto do currículo com optativas. Ele defendeu que o modelo permite ocupar vagas ociosas em disciplinas de cursos já existentes, dá liberdade ao aluno para experimentar antes de definir sua carreira, reduz a evasão e cria formações multidisciplinares.
Luiz Antonio da Cunha, porém, criticou modelos de bacharelados mais rápidos e também o modelo de ciclos básicos - como o implantado na UFBA. Para o sociólogo da UFRJ, são maneiras de acelerar a formação e baratear custos, mas que nem sempre estão vinculadas à manutenção ou ao aumento da qualidade.
Financiamento público
De acordo com Gerhard Malnic, da USP, o dinheiro público destinado ao ensino superior no Brasil não só é muito menor do que se acredita, como também é bem inferior ao que é investido para esse fim em países desenvolvidos. Segundo o cientista, cerca de 30% da educação de terceiro grau é oferecida por intuições públicas, enquanto nos EUA o índice é de mais de 60%, na França esse número beira os 90% e no Reino Unido apenas a Universidade de Buckingham não é pública. O custo de cada aluno para os cofres do governo também é menor aqui: varia de 4,5 mil a 8 mil dólares, contra uma média de 12 mil dólares no Canadá e 11 mil nos EUA, por exemplo. “Muito se fala em participação do setor produtivo nas universidades, mas essa é uma forma de complementar o financiamento, e não de substituir a participação do Estado”, diz Malnic.
Ensino a distância
A “universidade da próxima década” terá boa parte de sua função educacional cumprida a distância, segundo vários participantes presentes nos debates. O vice-reitor da Unesp acredita que o ensino a distância é capaz de atender mais pessoas e apresentar qualidade igual ou até superior à modalidade presencial. Ele também destacou a importância das tecnologias de informação e comunicação nas aulas presenciais e na gestão da universidade.
Pós-modernidade
Em contraponto ao otimismo de alguns colegas, Olgária Matos, professora de filosofia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), falou sobre a transformação do ensino em mercadoria e o esvaziamento do discurso científico no futuro da universidade. "Na universidade dita moderna, anterior à atual [pós-moderna], não se fazia a pergunta ‘para que serve a cultura?’, tão comum nos dias de hoje. A questão era: ‘de que a cultura pode nos liberar?’."
Para a professora, o excesso de pragmatismo da “universidade pós-moderna” a impede de se aprofundar. Sua natureza seria pautada sempre pela mudança incessante de métodos de estudo e pela dificuldade de diferenciar pesquisa e produção. Ela acredita que a aplicação dos mesmos critérios de avaliação de produtividade das áreas de Exatas e Biológicas à de Ciências Humanas é um reflexo desse comportamento. "Exigir que um teórico da minha área, por exemplo, publique dois artigos inéditos todo ano é ridículo. Será que alguém acredita que um pensador pode ter duas ou três idéias brilhantes ao ano?"
*Com informações da Agência Fapesp e da Unesp
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/08/13/unesp-debate-interdisciplinaridade-ensino-a-distancia-e-financiamento-publico-na-universidade-do-futuro.jhtm
colaboração: pró-diretoria ead
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Leão ou gazela?!!
TODA MANHA NA AFRICA, UMA GAZELA DESPERTA. ELA SABE QUE DEVE SUPERAR O LEÃO MAIS VELOZ OU SERÁ MORTA.
TODA MANHA NA AFRICA, UM LEÃO DESPERTA . ELE SABE QUE TEM QUE CORRER MAIS RÁPIDO QUE A GAZELA MAIS LENTA, OU MORRERÁ DE FOME.
NAO IMPORTA SE VOCE É UM LEÃO OU UMA GAZELA.
QUANDO O SOL NASCER, É MELHOR QUE ESTEJA CORRENDO.
Valmiré
Aluno de Gestão da Produção Industrial- Polo Ipojuca - PE Grupo UNINTER
TODA MANHA NA AFRICA, UM LEÃO DESPERTA . ELE SABE QUE TEM QUE CORRER MAIS RÁPIDO QUE A GAZELA MAIS LENTA, OU MORRERÁ DE FOME.
NAO IMPORTA SE VOCE É UM LEÃO OU UMA GAZELA.
QUANDO O SOL NASCER, É MELHOR QUE ESTEJA CORRENDO.
Valmiré
Aluno de Gestão da Produção Industrial- Polo Ipojuca - PE Grupo UNINTER
terça-feira, 10 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Comissão de Trabalho da Câmara aprova regulamentação da profissão de tecnólogo
Comissão de Trabalho da Câmara aprova regulamentação da profissão de tecnólogo
Agência Câmara -
07/07/2010 17:46
Texto aprovado exige curso superior em tecnologia e remete aos conselhos profissionais a definição das atribuições da categoria
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou nesta quarta-feira (7/7) proposta que regulamenta a profissão de tecnólogo. Pelo texto aprovado, o exercício da profissão será privativo dos diplomados em cursos superiores de tecnologia reconhecidos oficialmente. O texto é um substitutivo do relator, deputado Vicentinho (PT-SP), ao Projeto de Lei 2245/07, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
A exigência do diploma já estava prevista no texto original da proposta. O relator mudou as normas para regulamentar as atribuições do tecnólogo. Ele estabelece, no substitutivo aprovado, que as atribuições da profissão serão definidas por meio de resoluções dos conselhos de fiscalizações do exercício profissional. A primeira versão do texto enumerava as atribuições da profissão. “Como os tecnólogos exercem uma gama variada de atividades, é provável que uma lei que regulamente o exercício de seu ofício não consiga englobar as ocupações de todos os profissionais”, afirma.
O substitutivo também retira da proposta referência às áreas de competência contempladas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, elaborado pelo Ministério da Educação. “Uma lei que vise regulamentar uma profissão não pode estar atrelada à classificação de um guia que tem como objetivo orientar a oferta de cursos”, argumenta.
Além disso, Vicentinho retira do projeto a referência à fiscalização e ao registro do exercício da profissão tanto por conselhos quanto pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O relator vincula a fiscalização apenas aos conselhos já existentes. O texto também define que caberá às faculdades que mantenham curso de tecnologia encaminhar às instituições incumbidas da fiscalização as características dos profissionais por ela diplomados.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e Constituição e Justiça e de Cidadania.
Colaboração: Polo de João Pessoa (PB)
Agência Câmara -
07/07/2010 17:46
Texto aprovado exige curso superior em tecnologia e remete aos conselhos profissionais a definição das atribuições da categoria
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou nesta quarta-feira (7/7) proposta que regulamenta a profissão de tecnólogo. Pelo texto aprovado, o exercício da profissão será privativo dos diplomados em cursos superiores de tecnologia reconhecidos oficialmente. O texto é um substitutivo do relator, deputado Vicentinho (PT-SP), ao Projeto de Lei 2245/07, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
A exigência do diploma já estava prevista no texto original da proposta. O relator mudou as normas para regulamentar as atribuições do tecnólogo. Ele estabelece, no substitutivo aprovado, que as atribuições da profissão serão definidas por meio de resoluções dos conselhos de fiscalizações do exercício profissional. A primeira versão do texto enumerava as atribuições da profissão. “Como os tecnólogos exercem uma gama variada de atividades, é provável que uma lei que regulamente o exercício de seu ofício não consiga englobar as ocupações de todos os profissionais”, afirma.
O substitutivo também retira da proposta referência às áreas de competência contempladas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, elaborado pelo Ministério da Educação. “Uma lei que vise regulamentar uma profissão não pode estar atrelada à classificação de um guia que tem como objetivo orientar a oferta de cursos”, argumenta.
Além disso, Vicentinho retira do projeto a referência à fiscalização e ao registro do exercício da profissão tanto por conselhos quanto pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O relator vincula a fiscalização apenas aos conselhos já existentes. O texto também define que caberá às faculdades que mantenham curso de tecnologia encaminhar às instituições incumbidas da fiscalização as características dos profissionais por ela diplomados.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e Constituição e Justiça e de Cidadania.
Colaboração: Polo de João Pessoa (PB)
terça-feira, 20 de julho de 2010
44º Congresso Nacional da ABIPEM
Os Alunos do Grupo Educacional UNINTER- GESTÃO PÚBLICA- Polo Ipojuca, participaram no último dia 16, 17 e 18 de Junho, na Cidade de Salvador-BA do 44º Congresso da ABIPEM.


O 44º Congresso Nacional da ABIPEM, realizado na cidade de Salvador nos dias 16, 17 e 18 de junho de 2010, reuniu gestores dos Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS, agentes políticos e profissionais ligados à previdência pública, onde foram debatidos inúmeros temas relacionados à Previdência do Servidor Público.
Dos diversos temas abordados extraíram-se alguns, julgados de relevante importância para serem tratados nas mais diversas esferas com o objetivo de aperfeiçoamento do sistema previdenciário.
Primeiramente, manifesta-se a importância da dilação do prazo para o requerimento das compensações financeiras previdenciárias entre os diversos regimes próprios e o regime geral de previdência. Tal demanda se faz necessária, pois cerca de 240 municípios ainda não firmaram convênio com o INSS e, ainda, alguns municípios que possuem tal convênio não conseguiram operacionalizar seus requerimentos, tão pouco analisar os pedidos de compensação.
Outro aspecto relevante é o que trata da aposentadoria especial, que prescinde de uma regulamentação urgente, visto que os entes possuem em seus quadros diversos servidores que serão alcançados por esta nova regra. Tal regulamentação, por sua vez, trará impactos relevantes nos custos previdenciários de nossos entes, gerando déficits, ainda incalculáveis pela falta da regulamentação desse benefiício.
Destaca-se, por oportuno e de extrema importância para a garantia da manutenção dos RPPS, a regulamentação do CRP – Certificado de Regularidade Previdenciária, a mais importante ferramenta de proteção criada pelo MPS. Esta regulamentação deverá acontecer através de Lei Federal, a qual consolidará definitivamente a perenidade dos regimes de previdência dos servidores.
Assunto recorrente, também, é o que trata da tributação do PASEP sobre todas as receitas do RPPS. Esta tributação, além de onerar os regimes consumindo parcela considerável dos já exíguos recursos da taxa de administração, está ocasionando dificuldades na gestão administrativa dos Regimes. Ainda, denota-se sentimento latente, entre os gestores, de que os órgãos internos da Administração estão isentos do PASEP.
Outro aspecto de suma importância são as Perícias Médicas no âmbito dos RPPS que necessitam de regulamentação objetivando padronizar os procedimentos a serem adotados pelos regimes nas concessões de auxílio doença e aposentadoria por invalidez.
Com relação à Resolução do Conselho Monetário Nacional, de que trata dos investimentos dos RPPS, constata-se a necessidade de substituição do conceito de rating de crédito por rating de qualidade de gestão para instituições gestoras responsáveis pelos fundos de investimento. Com relação aos limites de investimento em produtos atrelados ao IMA e seus sub-índices sejam feitos em função do patrimônio dos RPPS e não dos fundos de investimento onde são alocados os produtos, tendo em vista a restrição de alocação de recursos conforme o perfil atuarial e o cenário econômico. Ainda, que a alocação possa se dar em fundos geridos por instituições autorizadas pela CVM, vinculadas a instituições financeiras ou não.
Por fim, considerando a significativa emissão de Notificações de Irregularidade Atuarial – NIA, pela Secretaria de Previdência Social, em face de adequações impostas pela Portaria nº 403/2008, somadas a adoção de sistemática de amortização do déficit técnico não condizente com a realidade e sem previsão legal. Considerando que atualmente a auditoria nos cálculos atuariais dos Entes está adotando, no tocante à amortização do déficit em 35 anos, uma metodologia não regulamentada e que está gerando aumentos expressivos nas alíquotas de amortização, com a obrigação da implantação em lei dos planos de amortização baseadas em uma conferência através de planilha eletrônica por parte da SPS. Considerando a limitação orçamentária financeira flagrante nos Entes, solicita-se que os DRAAs postados até agosto/2010, bem como o critério “Equilíbrio Financeiro e Atuarial” sejam registrados com o status “Em análise” pelo prazo de 1 (um) ano para que, através de comissão mista de técnicos do MPS, ABIPEM e Associações Estaduais, seja aberto um processo de reavaliação das exigências para a feitura do cálculo atuarial e financiamento dos déficits.
Os congressistas confirmaram a Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais – ABIPEM, como a principal representante dos RPPSs. Ainda, salientaram a importância desses regimes para a sociedade com um todo, visto a capacidade de poupança interna pelos mais de 45 bilhões de reais acumulados ao longo do tempo, salientando o crescimento patrimonial de 12,5% registrado no último ano.
O 44º Congresso Nacional da ABIPEM, realizado na cidade de Salvador nos dias 16, 17 e 18 de junho de 2010, reuniu gestores dos Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS, agentes políticos e profissionais ligados à previdência pública, onde foram debatidos inúmeros temas relacionados à Previdência do Servidor Público.
Dos diversos temas abordados extraíram-se alguns, julgados de relevante importância para serem tratados nas mais diversas esferas com o objetivo de aperfeiçoamento do sistema previdenciário.
Primeiramente, manifesta-se a importância da dilação do prazo para o requerimento das compensações financeiras previdenciárias entre os diversos regimes próprios e o regime geral de previdência. Tal demanda se faz necessária, pois cerca de 240 municípios ainda não firmaram convênio com o INSS e, ainda, alguns municípios que possuem tal convênio não conseguiram operacionalizar seus requerimentos, tão pouco analisar os pedidos de compensação.
Outro aspecto relevante é o que trata da aposentadoria especial, que prescinde de uma regulamentação urgente, visto que os entes possuem em seus quadros diversos servidores que serão alcançados por esta nova regra. Tal regulamentação, por sua vez, trará impactos relevantes nos custos previdenciários de nossos entes, gerando déficits, ainda incalculáveis pela falta da regulamentação desse benefiício.
Destaca-se, por oportuno e de extrema importância para a garantia da manutenção dos RPPS, a regulamentação do CRP – Certificado de Regularidade Previdenciária, a mais importante ferramenta de proteção criada pelo MPS. Esta regulamentação deverá acontecer através de Lei Federal, a qual consolidará definitivamente a perenidade dos regimes de previdência dos servidores.
Assunto recorrente, também, é o que trata da tributação do PASEP sobre todas as receitas do RPPS. Esta tributação, além de onerar os regimes consumindo parcela considerável dos já exíguos recursos da taxa de administração, está ocasionando dificuldades na gestão administrativa dos Regimes. Ainda, denota-se sentimento latente, entre os gestores, de que os órgãos internos da Administração estão isentos do PASEP.
Outro aspecto de suma importância são as Perícias Médicas no âmbito dos RPPS que necessitam de regulamentação objetivando padronizar os procedimentos a serem adotados pelos regimes nas concessões de auxílio doença e aposentadoria por invalidez.
Com relação à Resolução do Conselho Monetário Nacional, de que trata dos investimentos dos RPPS, constata-se a necessidade de substituição do conceito de rating de crédito por rating de qualidade de gestão para instituições gestoras responsáveis pelos fundos de investimento. Com relação aos limites de investimento em produtos atrelados ao IMA e seus sub-índices sejam feitos em função do patrimônio dos RPPS e não dos fundos de investimento onde são alocados os produtos, tendo em vista a restrição de alocação de recursos conforme o perfil atuarial e o cenário econômico. Ainda, que a alocação possa se dar em fundos geridos por instituições autorizadas pela CVM, vinculadas a instituições financeiras ou não.
Por fim, considerando a significativa emissão de Notificações de Irregularidade Atuarial – NIA, pela Secretaria de Previdência Social, em face de adequações impostas pela Portaria nº 403/2008, somadas a adoção de sistemática de amortização do déficit técnico não condizente com a realidade e sem previsão legal. Considerando que atualmente a auditoria nos cálculos atuariais dos Entes está adotando, no tocante à amortização do déficit em 35 anos, uma metodologia não regulamentada e que está gerando aumentos expressivos nas alíquotas de amortização, com a obrigação da implantação em lei dos planos de amortização baseadas em uma conferência através de planilha eletrônica por parte da SPS. Considerando a limitação orçamentária financeira flagrante nos Entes, solicita-se que os DRAAs postados até agosto/2010, bem como o critério “Equilíbrio Financeiro e Atuarial” sejam registrados com o status “Em análise” pelo prazo de 1 (um) ano para que, através de comissão mista de técnicos do MPS, ABIPEM e Associações Estaduais, seja aberto um processo de reavaliação das exigências para a feitura do cálculo atuarial e financiamento dos déficits.
Os congressistas confirmaram a Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais – ABIPEM, como a principal representante dos RPPSs. Ainda, salientaram a importância desses regimes para a sociedade com um todo, visto a capacidade de poupança interna pelos mais de 45 bilhões de reais acumulados ao longo do tempo, salientando o crescimento patrimonial de 12,5% registrado no último ano.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Exigências do MEC travam educação a distância em áreas isoladas
Divido com vocês um texto muito rico sobre nossa realidade educacional.
"O grande número de exigências do Ministério da Educação (MEC) para que universidades ofereçam cursos a distância inviabilizam a oferta nos municípios pequenos e isolados. A avaliação foi feita na 3ª Conferência sobre Educação a Distância — realizada entre 23 e 24 de junho, em São Paulo (SP) — pelo professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) José Manuel Moran, que coordena os polos de apoio presencial da Universidade Anhanguera .
“Com as exigências do MEC torna-se inviável oferecer educação a distância para aluno pobre em área isolada. É um problema para o atendimento dos menos favorecidos”, disse. Entre as exigências, as universidades devem construir polos de apoio presencial com um número mínimo de alunos, livros e laboratórios, que, segundo Moran, exigem investimento elevado e sem retorno.
“Se mantivermos esse modelo por mais dois ou três anos as instituições médias não conseguirão manter educação a distância”, comentou Moran. O MEC exige, por exemplo, biblioteca com um total mínimo de exemplares por alunos, laboratórios e um número base de professores e coordenadores. “Os cursos de saúde, por exemplo, são muito caros e não vão se sustentar sem um mix entre presencial e semipresencial. Ao contrário serão somente para a elite”.
Para o MEC, as exigências visam garantir que os alunos matriculados não sejam prejudicados. “Está mais do que provado que a educação a distância pode ser oferecida com excelência. Por isso, não podemos correr o risco de instituições ainda mal estruturadas ampliarem a oferta de vagas sem garantir os direitos dos estudantes”, disse o ministro Fernando Haddad, em entrevista ao Portal MEC.
O MEC exige que as avaliações sejam realizadas presencialmente na sede da universidade e não nos polos. Para Moran, a medida prejudica os alunos de áreas isoladas, localizados distantes dos centros. “Além disso, o peso mínimo da avaliação presencial é 80% e o resto das atividades só vale 20%. Não é pedagógico porque o aluno vai construindo o aprendizado, mas tudo será avaliado em uma prova”.
“Existe preconceito com educação a distância e todo preconceito é baseado em algo real. Há um receio de banalização do ensino e um pensamento que esses cursos são só para conseguir diploma”, comentou Moran. “Essa, porém, é uma visão elitista da educação. Cursos a distância permitem que aqueles que estão em áreas isoladas do Brasil também façam o ensino superior”.
É o caso da professora Patrícia dos Santos, que dá aulas de matemática para 57 alunos na escola da pequena comunidade caiçara da praia do Bonete, no município de Ilhabela (SP). Para chegar à vila só de barco ou por uma trilha de aproximadamente 15 km a partir do centro do município, que deve ser percorrida a pé.
A maneira que ela encontrou de aprimorar as aulas foi começar, em 2005, o curso superior de pedagogia a distância, que foi concluído em 2007. “Já tinha feito ciências contábeis presencialmente em São Sebastião, mas a maneira como dar aula aprendi na pedagogia. Antes eu me virava”, conta.
Como a comunidade não tem acesso à Internet, Patrícia acompanhava as aulas por material impresso. “Nós tínhamos apostilas e entregávamos os exercícios pelos Correios, quando algum morador da vila viajava para a cidade”. Uma vez por mês, na reunião dos professores das comunidades tradicionais na prefeitura, ela usava a sala virtual do curso.
“Para mim o curso presencial foi mais fácil, porque era mais simples esclarecer as dúvidas, e como temos pouco acesso à Internet foi mais difícil”. “Ao meu ver, tivemos um problema de orientação, principalmente no Trabalho de Conclusão de Curso”.
Dados do MEC mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no país ingressa em um curso a distância. O modelo tem mantido taxas altas de crescimento (50% ao ano, em média), enquanto o avanço da graduação presencial tende a se estabilizar (3,5% em 2008).
O Brasil tem 109 instituições que oferecem cursos de graduação a distância, das quais oito atendem a 416.320 alunos, o que representa 54,7% do total."
http://aprendiz.uol.com.br/content/uutrifriwr.mmp
"O grande número de exigências do Ministério da Educação (MEC) para que universidades ofereçam cursos a distância inviabilizam a oferta nos municípios pequenos e isolados. A avaliação foi feita na 3ª Conferência sobre Educação a Distância — realizada entre 23 e 24 de junho, em São Paulo (SP) — pelo professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) José Manuel Moran, que coordena os polos de apoio presencial da Universidade Anhanguera .
“Com as exigências do MEC torna-se inviável oferecer educação a distância para aluno pobre em área isolada. É um problema para o atendimento dos menos favorecidos”, disse. Entre as exigências, as universidades devem construir polos de apoio presencial com um número mínimo de alunos, livros e laboratórios, que, segundo Moran, exigem investimento elevado e sem retorno.
“Se mantivermos esse modelo por mais dois ou três anos as instituições médias não conseguirão manter educação a distância”, comentou Moran. O MEC exige, por exemplo, biblioteca com um total mínimo de exemplares por alunos, laboratórios e um número base de professores e coordenadores. “Os cursos de saúde, por exemplo, são muito caros e não vão se sustentar sem um mix entre presencial e semipresencial. Ao contrário serão somente para a elite”.
Para o MEC, as exigências visam garantir que os alunos matriculados não sejam prejudicados. “Está mais do que provado que a educação a distância pode ser oferecida com excelência. Por isso, não podemos correr o risco de instituições ainda mal estruturadas ampliarem a oferta de vagas sem garantir os direitos dos estudantes”, disse o ministro Fernando Haddad, em entrevista ao Portal MEC.
O MEC exige que as avaliações sejam realizadas presencialmente na sede da universidade e não nos polos. Para Moran, a medida prejudica os alunos de áreas isoladas, localizados distantes dos centros. “Além disso, o peso mínimo da avaliação presencial é 80% e o resto das atividades só vale 20%. Não é pedagógico porque o aluno vai construindo o aprendizado, mas tudo será avaliado em uma prova”.
“Existe preconceito com educação a distância e todo preconceito é baseado em algo real. Há um receio de banalização do ensino e um pensamento que esses cursos são só para conseguir diploma”, comentou Moran. “Essa, porém, é uma visão elitista da educação. Cursos a distância permitem que aqueles que estão em áreas isoladas do Brasil também façam o ensino superior”.
É o caso da professora Patrícia dos Santos, que dá aulas de matemática para 57 alunos na escola da pequena comunidade caiçara da praia do Bonete, no município de Ilhabela (SP). Para chegar à vila só de barco ou por uma trilha de aproximadamente 15 km a partir do centro do município, que deve ser percorrida a pé.
A maneira que ela encontrou de aprimorar as aulas foi começar, em 2005, o curso superior de pedagogia a distância, que foi concluído em 2007. “Já tinha feito ciências contábeis presencialmente em São Sebastião, mas a maneira como dar aula aprendi na pedagogia. Antes eu me virava”, conta.
Como a comunidade não tem acesso à Internet, Patrícia acompanhava as aulas por material impresso. “Nós tínhamos apostilas e entregávamos os exercícios pelos Correios, quando algum morador da vila viajava para a cidade”. Uma vez por mês, na reunião dos professores das comunidades tradicionais na prefeitura, ela usava a sala virtual do curso.
“Para mim o curso presencial foi mais fácil, porque era mais simples esclarecer as dúvidas, e como temos pouco acesso à Internet foi mais difícil”. “Ao meu ver, tivemos um problema de orientação, principalmente no Trabalho de Conclusão de Curso”.
Dados do MEC mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no país ingressa em um curso a distância. O modelo tem mantido taxas altas de crescimento (50% ao ano, em média), enquanto o avanço da graduação presencial tende a se estabilizar (3,5% em 2008).
O Brasil tem 109 instituições que oferecem cursos de graduação a distância, das quais oito atendem a 416.320 alunos, o que representa 54,7% do total."
http://aprendiz.uol.com.br/content/uutrifriwr.mmp
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Provas Objetivas
1- Prezados Alunos,
ATENÇÃO!! Provas adiadas até 16 Julho!
Alguns cursos já estão para iniciar o período de provas regulares, estas são feitas em nosso pólo seguindo o cronograma disponibilizado no AVA.
Para a realização desta avaliação se faz necessário agendar horário, portanto antes de enviar seu horário leia o e-mail todo, observe os horários disponíveis, analise que cada aluno gasta em média 1 hora para cada avaliação, totalizando 2 horas, observem então a disponibilidade de nossas máquinas e horários.
Para facilitar, quando for responder o e-mail preencha dentro do próprio campo onde consta seu nome, ao receber este e-mail clique em responder, coloque ao lado seu dia e horário, depois envio um novo email confirmando.
IREI COLOCAR LEGENDAS para facilitar nosso trabalho: se o seu nome estiver verde o aluno está OK
amarelo OBSERVE
vermelho FALTA agendar.
OBS 1: Não deixem para ultima hora!
OBS 2: Duas provas com duração de 1 hora cada, marque seu horário analisando o tempo e a disponibilidade das nossas máquinas.
OBS 3: AS PROVAS APENAS PODEM SER FEITAS EM NOSSAS MÁQUINAS, SEM CONSULTA.
OBS 4: Para facilitar nossa vida, escreva um comentário aqui no blog se preferir agendando seu horário.
OBS 5: Está disponível no AVA UM NOVO CRONOGRAMA (versão junho), É MUITO IMPORTANTE ANULAR O ANTIGO E ACOMPANHAR O NOVO!
Contribua para nosso crescimento.
PREPARE-SE!
Nosso horário de atendimento :
SEG 17:00h às 21:00h
TER 16:00 às 22:300h
QUA 17:00h às 22:30h
QUI 16:00h às 22:30h
SEX 16:00h às 21:00h
2- Prezados alunos,
Por um erro de digitação a data limite para a atividade 3 seria dia 18, desconsidere 18 e considere 28/06/2010.
Observe cronograma no Blog www.criativaead.blogspot.com e no AVA estão disponibilizados novos cronogramas versão junho que devem ser baixados e acompanhados.
ATENÇÃO!! Provas adiadas até 16 Julho!
Alguns cursos já estão para iniciar o período de provas regulares, estas são feitas em nosso pólo seguindo o cronograma disponibilizado no AVA.
Para a realização desta avaliação se faz necessário agendar horário, portanto antes de enviar seu horário leia o e-mail todo, observe os horários disponíveis, analise que cada aluno gasta em média 1 hora para cada avaliação, totalizando 2 horas, observem então a disponibilidade de nossas máquinas e horários.
Para facilitar, quando for responder o e-mail preencha dentro do próprio campo onde consta seu nome, ao receber este e-mail clique em responder, coloque ao lado seu dia e horário, depois envio um novo email confirmando.
IREI COLOCAR LEGENDAS para facilitar nosso trabalho: se o seu nome estiver verde o aluno está OK
amarelo OBSERVE
vermelho FALTA agendar.
OBS 1: Não deixem para ultima hora!
OBS 2: Duas provas com duração de 1 hora cada, marque seu horário analisando o tempo e a disponibilidade das nossas máquinas.
OBS 3: AS PROVAS APENAS PODEM SER FEITAS EM NOSSAS MÁQUINAS, SEM CONSULTA.
OBS 4: Para facilitar nossa vida, escreva um comentário aqui no blog se preferir agendando seu horário.
OBS 5: Está disponível no AVA UM NOVO CRONOGRAMA (versão junho), É MUITO IMPORTANTE ANULAR O ANTIGO E ACOMPANHAR O NOVO!
Contribua para nosso crescimento.
PREPARE-SE!
Nosso horário de atendimento :
SEG 17:00h às 21:00h
TER 16:00 às 22:300h
QUA 17:00h às 22:30h
QUI 16:00h às 22:30h
SEX 16:00h às 21:00h
2- Prezados alunos,
Por um erro de digitação a data limite para a atividade 3 seria dia 18, desconsidere 18 e considere 28/06/2010.
Observe cronograma no Blog www.criativaead.blogspot.com e no AVA estão disponibilizados novos cronogramas versão junho que devem ser baixados e acompanhados.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Mercado e realidade!
Ritmo do mercado marca a formação dos profissionais de administração
SEGS Portal Nacional Seguros & Saúde - SP - SEGUROS - 15/06/2010
Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney
Enquete do CRA-SP mostra que cursos da área têm dificuldades de preparar profissionais, pois não conseguem acompanhar mercado
Com novas tecnologias, novos conceitos, como o de sustentabilidade, e mudanças constantes no cenário econômico, a maneira como se administra uma empresa dificilmente se mantém a mesma. O processo de formação de administradores também sofre alterações ao longo do tempo por disso. Mas será que o ensino da área está em sintonia com o mercado?
A pergunta foi feita pelo CRA-SP (Conselho Regional de Administração de São Paulo) aos seus associados por meio de enquete. O resultado mostra que 53,54% dos cerca de 3 mil entrevistados acreditam que apenas em parte os cursos superiores de administração têm formado profissionais preparados para o mercado. Já outros 31,91% acreditam que a educação e o novo mercado não estão em sintonia e os estudantes de administração saem das faculdades despreparados. Já para outros 14,55% os cursos têm formado profissionais adequados.
“Percebemos que, diante das exigências do mercado, algumas escolas estão em descompasso”, diz o presidente do CRA-SP, Walter Sigollo. “Muitas escolas não têm a mesma velocidade do mercado e não conseguem acompanhar as mudanças. Hoje, nas empresas, tudo é mais imediato”, avalia. Para a coordenadora do curso de Administração da PUC-SP, Elisabete Adami Pereira dos Santos, não se pode generalizar. “Os níveis entre as faculdades diferem muito. As escolas de primeira linha têm se preocupado em colocar na grade temas de interesse das empresas”, afirma.
Mercado de trabalho x Ensino
Noções de contabilidade, marketing, economia, direito e tantas outras áreas fazem parte da grade de um curso tradicional de administração, que agora também conta com matérias mais ligadas à tecnologia da informação e sustentabilidade. Mesmo com todas as mudanças, é difícil acompanhar a velocidade do mercado. “A velocidade das mudanças na empresa é mais rápida que nas universidades”, aponta Sigollo.
Apesar disso, muitos estudantes que saem das faculdades de administração sentem-se satisfeitos ao final do curso. É o caso de Fernando de Camargo Santa Rosa, 30, que se formou em 2008 pela Faculdade Anhanguera , de Bauru. Ele confessa que não tinha expectativas quando entrou na faculdade. “Hoje, vejo que poderia ter aproveitado melhor o que o curso me ofereceu”, diz.
Quando Camargo decidiu por administração, acreditava que o curso envolveria a vontade que ele tinha de unir o contato com pessoas e números. “Mas, depois, vi que administração se aplica a muitas áreas. O curso me ajudou a planejar, controlar, organizar e aplicar”, resume. Apesar de ter gostado do curso, Camargo não trabalha na área.
Ele atua como supervisor operacional de uma empresa em Bauru, mas pretende fazer uma especialização para tentar atuar com administração, focada em gestão de pessoas.
Para a professora e coordenadora da PUC, entrar no mercado de trabalho não é uma dificuldade para os alunos de escolas de primeira linha. Elisabete ressalta que o mercado exige muito mais do que de fato é necessário para um aluno com boa formação. “O mercado exige muito no papel. Entre o discurso e a prática, há uma distância enorme", acredita.
Ela conta que muitos estudantes até se frustram por conta disso, pois, após terem passado por um rigoroso processo seletivo, eles não utilizarão todo o conhecimento exigido quando contratados. “O que ele vai usar é a capacidade de raciocínio e de tomada de decisão”, avalia. Para ela, as empresas ainda têm dificuldades em lidar com a nova geração de administradores e acabam não dando espaço para que eles atuem.
Entrar na área e ter espaço para atuar é o que espera o estudante Danilo Ventura Cuyumjian, 24, que está no primeiro ano do curso à distância de administração da Anhembi Morumbi. “Eu espero o momento de direcionar minha área. Acredito que o curso de administração por si só já me possibilita uma série de coisas que outros cursos não me possibilitariam”, afirma.
Ventura trabalha como professor de inglês e não pretende trabalhar com administração agora. “Assim que o curso me der possibilidade para entrar em uma empresa com carga horária fixa e um salário que permita a troca de área, eu mudo”, afirma. No fim das contas, o estudante planeja conseguir aliar educação com administração.
Um profissional versátil
Para Walter Sigollo, presidente do CRA-SP, independentemente da área que queira seguir, um profissional de administração deve ser versátil, tanto para acompanhar as fortes e rápidas mudanças do mercado, como para conseguir entendê-las. “Ele deve se envolver integralmente no processo da cadeia produtiva. As empresas trabalham no limite e esperam que esse profissional produza quase que de imediato”, ressalta.
Por conta disso, Sigollo acredita que o perfil do bom profissional da área envolve a capacidade de aprender e desaprender tudo de modo rápido, ter boa formação sólida e perspicácia. “E estar um passo à frente, tentando imaginar as tendências futuras”. Essas características formam a base de um bom profissional, mas o que diferencia o administrador no mercado é justamente as especializações. “O grande diferencial é ser um generalista com muitas especializações. Um generalista que conheça a dinâmica das empresas sem ser superficial”, ressalta Sigollo.
Para a professora e coordenadora da PUC-SP, um bom administrador é aquele que consegue manter o “cha” equilibrado – a sigla compõe três competências: conhecimentos, habilidades e atitudes. Os conhecimentos, para Elisabete, se adquirem na faculdade, assim como as habilidades. “Mesmo que ele não utilize alguns conhecimentos técnicos e operacionais, ele tem de ter conhecimentos globais da empresa”, diz. Já o comportamento ético, as atitudes, o profissional traz da formação social e cultural.
Para Elisabete, aqueles que têm boa formação saem na frente. “A formação humanística sustenta o comportamento”, ressalta a professora. É essa formação que o estudante João Paulo Padula Furgeri sente falta. Aluno do terceiro ano da USP, Furgeri faz críticas à ausência de matérias que envolvem cultura geral. “Nós não temos em nossa grade uma matéria que dê alguma formação geral sobre qualquer coisa”, diz. Apesar disso, o estudante se diz satisfeito com o curso.
A formação mais generalista por si só, porém, não forma bons profissionais. A professora da PUC-SP, assim como o presidente do CRA, sustenta que o profissional de administração deve ter uma visão generalista, mas sem deixar de lado as especializações.
*Texto retirado do clipping UNINTER ( http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12062:ritmo-do-mercado-marca-a-formacao-dos-profissionais-de-administracao&catid=45:cat-seguros&directory=250)
Foto enviada pelo aluno Josivaldo, morador de Porto de Galinhas, mostrando a realidade da região.
SEGS Portal Nacional Seguros & Saúde - SP - SEGUROS - 15/06/2010
Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney
Enquete do CRA-SP mostra que cursos da área têm dificuldades de preparar profissionais, pois não conseguem acompanhar mercado
Com novas tecnologias, novos conceitos, como o de sustentabilidade, e mudanças constantes no cenário econômico, a maneira como se administra uma empresa dificilmente se mantém a mesma. O processo de formação de administradores também sofre alterações ao longo do tempo por disso. Mas será que o ensino da área está em sintonia com o mercado?
A pergunta foi feita pelo CRA-SP (Conselho Regional de Administração de São Paulo) aos seus associados por meio de enquete. O resultado mostra que 53,54% dos cerca de 3 mil entrevistados acreditam que apenas em parte os cursos superiores de administração têm formado profissionais preparados para o mercado. Já outros 31,91% acreditam que a educação e o novo mercado não estão em sintonia e os estudantes de administração saem das faculdades despreparados. Já para outros 14,55% os cursos têm formado profissionais adequados.
“Percebemos que, diante das exigências do mercado, algumas escolas estão em descompasso”, diz o presidente do CRA-SP, Walter Sigollo. “Muitas escolas não têm a mesma velocidade do mercado e não conseguem acompanhar as mudanças. Hoje, nas empresas, tudo é mais imediato”, avalia. Para a coordenadora do curso de Administração da PUC-SP, Elisabete Adami Pereira dos Santos, não se pode generalizar. “Os níveis entre as faculdades diferem muito. As escolas de primeira linha têm se preocupado em colocar na grade temas de interesse das empresas”, afirma.
Mercado de trabalho x Ensino
Noções de contabilidade, marketing, economia, direito e tantas outras áreas fazem parte da grade de um curso tradicional de administração, que agora também conta com matérias mais ligadas à tecnologia da informação e sustentabilidade. Mesmo com todas as mudanças, é difícil acompanhar a velocidade do mercado. “A velocidade das mudanças na empresa é mais rápida que nas universidades”, aponta Sigollo.
Apesar disso, muitos estudantes que saem das faculdades de administração sentem-se satisfeitos ao final do curso. É o caso de Fernando de Camargo Santa Rosa, 30, que se formou em 2008 pela Faculdade Anhanguera , de Bauru. Ele confessa que não tinha expectativas quando entrou na faculdade. “Hoje, vejo que poderia ter aproveitado melhor o que o curso me ofereceu”, diz.
Quando Camargo decidiu por administração, acreditava que o curso envolveria a vontade que ele tinha de unir o contato com pessoas e números. “Mas, depois, vi que administração se aplica a muitas áreas. O curso me ajudou a planejar, controlar, organizar e aplicar”, resume. Apesar de ter gostado do curso, Camargo não trabalha na área.
Ele atua como supervisor operacional de uma empresa em Bauru, mas pretende fazer uma especialização para tentar atuar com administração, focada em gestão de pessoas.
Para a professora e coordenadora da PUC, entrar no mercado de trabalho não é uma dificuldade para os alunos de escolas de primeira linha. Elisabete ressalta que o mercado exige muito mais do que de fato é necessário para um aluno com boa formação. “O mercado exige muito no papel. Entre o discurso e a prática, há uma distância enorme", acredita.
Ela conta que muitos estudantes até se frustram por conta disso, pois, após terem passado por um rigoroso processo seletivo, eles não utilizarão todo o conhecimento exigido quando contratados. “O que ele vai usar é a capacidade de raciocínio e de tomada de decisão”, avalia. Para ela, as empresas ainda têm dificuldades em lidar com a nova geração de administradores e acabam não dando espaço para que eles atuem.
Entrar na área e ter espaço para atuar é o que espera o estudante Danilo Ventura Cuyumjian, 24, que está no primeiro ano do curso à distância de administração da Anhembi Morumbi. “Eu espero o momento de direcionar minha área. Acredito que o curso de administração por si só já me possibilita uma série de coisas que outros cursos não me possibilitariam”, afirma.
Ventura trabalha como professor de inglês e não pretende trabalhar com administração agora. “Assim que o curso me der possibilidade para entrar em uma empresa com carga horária fixa e um salário que permita a troca de área, eu mudo”, afirma. No fim das contas, o estudante planeja conseguir aliar educação com administração.
Um profissional versátil
Para Walter Sigollo, presidente do CRA-SP, independentemente da área que queira seguir, um profissional de administração deve ser versátil, tanto para acompanhar as fortes e rápidas mudanças do mercado, como para conseguir entendê-las. “Ele deve se envolver integralmente no processo da cadeia produtiva. As empresas trabalham no limite e esperam que esse profissional produza quase que de imediato”, ressalta.
Por conta disso, Sigollo acredita que o perfil do bom profissional da área envolve a capacidade de aprender e desaprender tudo de modo rápido, ter boa formação sólida e perspicácia. “E estar um passo à frente, tentando imaginar as tendências futuras”. Essas características formam a base de um bom profissional, mas o que diferencia o administrador no mercado é justamente as especializações. “O grande diferencial é ser um generalista com muitas especializações. Um generalista que conheça a dinâmica das empresas sem ser superficial”, ressalta Sigollo.
Para a professora e coordenadora da PUC-SP, um bom administrador é aquele que consegue manter o “cha” equilibrado – a sigla compõe três competências: conhecimentos, habilidades e atitudes. Os conhecimentos, para Elisabete, se adquirem na faculdade, assim como as habilidades. “Mesmo que ele não utilize alguns conhecimentos técnicos e operacionais, ele tem de ter conhecimentos globais da empresa”, diz. Já o comportamento ético, as atitudes, o profissional traz da formação social e cultural.
Para Elisabete, aqueles que têm boa formação saem na frente. “A formação humanística sustenta o comportamento”, ressalta a professora. É essa formação que o estudante João Paulo Padula Furgeri sente falta. Aluno do terceiro ano da USP, Furgeri faz críticas à ausência de matérias que envolvem cultura geral. “Nós não temos em nossa grade uma matéria que dê alguma formação geral sobre qualquer coisa”, diz. Apesar disso, o estudante se diz satisfeito com o curso.
A formação mais generalista por si só, porém, não forma bons profissionais. A professora da PUC-SP, assim como o presidente do CRA, sustenta que o profissional de administração deve ter uma visão generalista, mas sem deixar de lado as especializações.
*Texto retirado do clipping UNINTER ( http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12062:ritmo-do-mercado-marca-a-formacao-dos-profissionais-de-administracao&catid=45:cat-seguros&directory=250)
Foto enviada pelo aluno Josivaldo, morador de Porto de Galinhas, mostrando a realidade da região.
Reflexões
Imagem retirada do curso promovido pela ABAV, seu contexto serve para todos nós!
Em pesquisa achei esse projeto articulador interessante:
"Os jovens aproveitaram ao máximo a experiência. “O evento foi maravilhoso, superou minhas expectativas. A gastronomia é algo que me fascina. Eu já tenho planos para quando terminar o ensino médio; montarei juntamente com minha família um restaurante”, disse Géssika Petry Borges, participante do projeto.
O menu era composto por: brioches com creme de atum e salada, bolo de milho verde, empada de frango, salada de frutas com chantilly, bolo de mandioca, chás de hortelã e capim cidreira, sucos, leite, café e refrigerante. Cerca de 30 alunos serviram, com excelência, nesse evento. Para Álvaro Milton Quáglia, Coordenador do curso de Turismo da Facitec, a parceira com a UnB significa competência “essa união com a UnB está maravilhosa, estamos unindo competências e isso é bom para esses jovens”, completa.
O Trilha Jovem é uma iniciativa do Instituto de Hospitalidade desenvolvida com o apoio do Ministério do Turismo, Instituto Ibi, Counterpart International, com recursos da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), e do Programa Entra 21, uma iniciativa da Fundação Internacional da Juventude (IYF) e do Fumin – Fundo Multilateral de Investimentos, administrado pelo BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento. Em Salvador, o programa conta com o patrocínio da Cordaid."
Mais informações em: http://www.hospitalidade.org.br/imprensa/noticias/jovens-do-projeto-trilha-jovem-realizam-evento-na-facitec
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Vestibular 6 de Junho 2010
Mais uma oportunidade de dar um presente ao seu futuro.

Debate de grupo de estudos do Curso de Gestão da Produção Industrial, para AS maio 2010.


Os Aprendizes Conscientes tinham como meta ajudar a desenvolver a leitura dos ipojucanos e para isso contamos com uma doação da editora Água Marinha de livros didáticos, em ação no fim de maio o grupo aportou no centro do municipio de Ipojuca para vender livros pelo valor simbólico de R$ 2,00 angariando recursos para fortalecer as atividades culturais, como a ida ao teatro através do projeto do SESC Palco Giratório.




Entre as diversas ações para comunicar nosso vestibular processo seletivo em 6 de Junho de 2010, destacamos o Aprendizes Consciente, aprendendo in loco sobre comunicação, estratégia e marketing.
Alguns registros:

Esse passeio para conhecer teatro, só foi possível graças a doação dos alunos do curso de Gestao Pública, agradeço a todos em especial ao aluno Presidente do FUNPREI Nildo.

Encontro com o ilustre Leidson Ferraz, jornalista, ator e mobilizador de melhorias do teatro para crianças e adolescentes.

Grande profissional da área cultural, Gilberto Brito.

Ação de divulgação do vestibular no shopping Costa Dourada, rendendo bons frutos e parcerias.

Debate de grupo de estudos do Curso de Gestão da Produção Industrial, para AS maio 2010.


Os Aprendizes Conscientes tinham como meta ajudar a desenvolver a leitura dos ipojucanos e para isso contamos com uma doação da editora Água Marinha de livros didáticos, em ação no fim de maio o grupo aportou no centro do municipio de Ipojuca para vender livros pelo valor simbólico de R$ 2,00 angariando recursos para fortalecer as atividades culturais, como a ida ao teatro através do projeto do SESC Palco Giratório.




Entre as diversas ações para comunicar nosso vestibular processo seletivo em 6 de Junho de 2010, destacamos o Aprendizes Consciente, aprendendo in loco sobre comunicação, estratégia e marketing.
Alguns registros:

Esse passeio para conhecer teatro, só foi possível graças a doação dos alunos do curso de Gestao Pública, agradeço a todos em especial ao aluno Presidente do FUNPREI Nildo.

Encontro com o ilustre Leidson Ferraz, jornalista, ator e mobilizador de melhorias do teatro para crianças e adolescentes.

Grande profissional da área cultural, Gilberto Brito.

Ação de divulgação do vestibular no shopping Costa Dourada, rendendo bons frutos e parcerias.

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